Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, queremos render graças ao Criador por uma das mais belas e complexas criaturas: a figura feminina. É nos consciente a luta histórica desta classe por sua emancipação sócio-política. Numa cosmovisão culturalmente instaurada de predominância machista reconhecemos os valores, não só específicos da própria feminilidade, mas os avanços que esse grupo, que tanto nos encanta, tem mostrado.
Enquanto Igreja, reconhecemos a importância de Maria, como mulher e mãe pobre, que assumiu seu compromisso com Reino do Pai e de todas as seguidoras de Jesus que, propositalmente, foram omitidas dos textos sagrados, e que hoje, exegeticamente, tem sido cada vez mais certo a sua existência. Neste sentido, é que apostamos, como especificidade de nossa Diocese, no ministério ordenado das mulheres, cuja sagração em nada nos fere, muito menos, fere os textos sagrados. Haja vista que as pesquisas exegéticas confirmam esta direção no que diz respeito ao cristianismo primitivo.
Neste espírito feminino, queremos parabenizar a todas as mulheres de todas as etnias, classes sociais e opção sexual que hoje mostram seu rosto assumindo seu compromisso de mulher. Queremos também nos solidarizarmos com aquelas mulheres que ainda hoje sofrem com nossa cosmovisão machista ultrapassada e que, por isso, são vitimadas ficando às margens da própria dignidade, como as mulheres empobrecidas, escravizadas, prostituídas entre tantas...
Por fim, queremos trazer a público nossa imensa gratidão a duas mulheres que tanto contribuem com nossa Diocese: as professoras Maria de Fátima e Juliene Cândida, respectivamente, nossa tesoureira e nossa secretária. A vocês, nossa eterna gratidão! Que o Deus da vida lhas cumulem de força e sabedoria em sua caminhada pessoal.
Pe. Victor
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